Um pouco de história:

No Brasil, e em inúmeros outros países que por séculos tiveram como mão de obra negros escravizados, a abolição foi tardia e essa herança nefasta ainda recai sobre os ombros das populações negras que foram tiradas de suas famílias e suas comunidades em meados do século XVI, e trazidas à força para as Américas.
Ano após ano, década após década, essas populações foram subjulgadas e violentadas, nunca de maneira passiva ou permissiva, vale ressaltar. Primeiramente na década de 30 com o surgimento da FNB (Frente Negra Brasileira), que foi a primeira organização formada para fortalecimento da cultura negra a nível nacional, e na década de 60 nos Estados Unidos - e novamente no final da década de 70 no Brasil, com o Movimento Negro Unificado (MNU) -, os movimentos por direitos legais explodiram no país garantido, não de maneira pacífica, direitos às populações negras. No Brasil esse lastro foi mais discreto - muito por conta do período de repressão que passávamos - pois o racismo velado, que é tão prejudicial quanto o racismo descarado e também pelo mito da "democracia racial", já que éramos o país da miscigenação, minimizava os obstáculos e sofrimentos que a população negra vivia.
Basta observarmos as notícias nas mídias tradicionais para termos a real dimensão do erro dessa afirmação.

As mobilizações que acontecem há décadas, tanto aqui como em outros países que passaram por esse processo, em especial os EUA, se alastraram para o mundo todo de maneira sistemática (muito pelo poder organizativo das mídias sociais).

Dessa vez, contando em larga escala, por pessoas não-negras que se juntaram aos protestos de maneira a apoiar de forma até física na proteção dos manifestante negros, utilizando e sobretudo sabendo, dos privilégios que possuem por estarem numa sociedade que tem o racismo estrutural como um dos pilares.

Por que exaltar o orgulho negro?

Tendo em vista que historicamente negros africanos foram sequestradores e posteriormente escravizados, exaltar o orgulho negro hoje é uma conquista e uma busca pelas nossas raízes frente a toda violência sofrida por tanto tempo. O cabelo, os traços, as culturas, as músicas, as culinárias e todas as produções intelectuais feitas no continente africano e roubada junto com seus povos, devem ser lembradas e exaltadas a fim de preservar e enaltecer toda a sua importância!

Não sou negro, devo apoiar?

SIM!
Se não sou uma pessoa negra, vou estar me apropriando da cultura negra ao usar a roupa?

A luta antirracista é essencial para o processo civilizatório de uma sociedade que tenha como norte uma visão humanista e igualitária, sendo inaceitável a tolerância com qualquer tipo de preconceito.
Essa luta é por todas e todos que tiveram sua vida interrompida por uma ideologia que segrega as pessoas pela cor da pele. VIDAS NEGRAS IMPORTAM.

 

Confira frase criada para representar a causa:

"Vidas negras importam! Uma rica história roubada e apagada precisa de redenção e justiça social. O orgulho negro deve ser respeitado e exaltado com boas atitudes. Honremos e resgatemos as raízes da mãe Africa.".

 

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